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Acolhimento

“Acolher-se. Acolher o outro. Acolher o mundo. No som do silêncio para sermos únicos. Para sermos Yoga.”


Acolhimento na compaixão


No primeiro módulo do MeditYoga, falamos de Reconhecimento. Oferecemos o reencontro com sensações, forças, vulnerabilidades e fechamos com compaixão. Durante esse mesmo tempo, fomos estimulados por diversos sentimentos provenientes de acontecimentos do mundo. Sentimentos que provavelmente ainda estamos digerindo-os.


Na continuação da Construção da nossa Estabilidade Emocional, abordaremos nas próximas semanas o tema Acolhimento. Na filosofia do Yoga, existe um Yama que remete a não-possessividade. Ao analisarmos esse ensinamento, observamos que nosso apego a acontecimentos, objetos, pessoas, situações, sentimentos e até ao tempo que passou provém da necessidade de estabilidade. De viver a “satisfação” do conhecido, mesmo sabendo que a vida é imprevisível e por vezes a realidade é dolorida.


Acontece que evoluímos e hoje temos muito mais recursos para entendermos que podemos viver melhor se nos entregarmos a transitoriedade das situações. Que nada é fixo, estável ou dura pra sempre. Estamos aprendendo que somos a fonte de tudo o que almejamos. Paz, amor, beleza, doação… Mas por que é tão difícil vivenciar esse fluir interno livre a cada dia?

Observe que existem dois mundos em desalinhamento. Um externo que nos estimula pelo sentimento de escassez, nos incentivando a olhar o que não temos. E outro interno, poderoso mas negligenciado, pronto para ser despertado, de valor imensurável, individual: nossa essência perfeita.


Ao decidirmos olhar para dentro com dedicação, identificamos a força da nossa totalidade. Deixando ir o apego aos acontecimentos passageiros da vida e compreendendo melhor como nos acolhermos no presente. Desse lugar percebemos que temos muito mais a compartilhar do que a receber. Que possamos encontrar o equilíbrio desses dois mundos e que, nos desafios da vida, saibamos para onde retornar nosso olhar a cada dia. Medite!


Com amor,







Para a sua reflexão:

A partir de que lugar (interno ou externo) você tem habitado o mundo?

O que é possível acolher aí?

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