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Ação com EquAnimidade

“A gente pratica para voltar pra casa”


Em sintonia com o que há em mim…


Quantas vezes durante meus quase 42 anos me peguei procurando em mim o que tanto admirava fora. Quantas vezes busquei fora o que nem sabia ser possível existir dentro de mim.


Ao olhar para dentro sem encontrar o que desejava ser ou sentir, muitas vezes ansiei com questionamentos sobre o que nesse mundo andamos a fazer. Questões a respeito de expectativas e realidades sempre foram enredo para minhas reflexões.


Entretanto, ao me dedicar com atenção plena de volta para dentro, percebo hoje que as respostas sempre estiveram aqui. E tal descoberta só foi possível pelo meu interesse pela mente humana e pelos reencontros frequentes com o meu tapete; às vezes relaxantes, outras extenuantes, mas todos meditativos.


No yoga, existe o conceito de Dharma. A essência de cada um de nós é imutável e cada jornada que vivemos é uma oportunidade de encontrá-la e expressá-la. Apesar da vivência da filosofia parecer ser o meu destino, ainda não concordo completamente com a imutabilidade dessa essência. Como boa virginiana e questionadora dos fatos, acredito no aperfeiçoamento constante. Mas percebo que ao alinhar-me cada vez mais com a totalidade do que sou, aquilo que admiro fora começa a fazer maior sentido dentro. E o que não ressona, naturalmente me comunica estar longe do que de verdade sou. E assim, num estado de quase equanimidade, percebo que o que busco externamente como inspiração para minha morada é de fato o caminho que me guia diariamente de volta para as respostas que já existem em mim. Na minha essência pura e em eterno aprimoramento.


Nessa semana falamos de Atenção Plena com equanimidade nas aulas do Módulo Ação. Estamos até meados de Julho, preparando esse terreno do Ser para agir com consciência e coerência com nossos lares internos nessa vida, rumo ao nosso equilíbrio emocional. Você está convidada(o) a vir conosco!


Com amor,






Para a sua reflexão:

No seu dia a dia, do que você se apropria para chamar de seu mas ao mesmo tempo sabe deixar ir, sem se apegar?

Quais práticas você adotou para cultivar essa leitura dos seus recursos internos?

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